Se este ano tivesse um símbolo, qual seria o seu?
Todo início de ano carrega a mesma pergunta silenciosa:
o que eu espero dos próximos meses?
Algumas pessoas respondem com metas. Outras, com listas.
Mas há quem responda de um jeito diferente escolhendo um símbolo.
Porque símbolos não explicam.
Eles lembram.
Lembram quem você decidiu ser quando ninguém estava olhando.
Nem todo ano pede pressa
Há anos que pedem coragem.
Outros pedem pausa.
Alguns pedem silêncio, constância, reconstrução.
E a verdade é que nem sempre conseguimos traduzir isso em palavras.
Às vezes, tudo o que precisamos é de algo que nos acompanhe e nos lembre, nos dias comuns, da intenção que fizemos no início do caminho.
Um símbolo não é sobre aparência
Símbolos não existem para serem exibidos.
Eles existem para significar.
Desde sempre, o ser humano usa símbolos para atravessar fases importantes. Hoje, eles continuam presentes apenas de forma mais íntima, mais pessoal.
Pode ser algo discreto, mas cheio de sentido.
Algo que você olha e se lembra do motivo pelo qual começou.

Qual sentimento você quer carregar este ano?
Antes de pensar em conquistas, pense em sensação.
Você quer mais leveza?
Mais firmeza nas decisões?
Mais amor-próprio?
Mais verdade?
Quando o ano fica difícil e ele sempre fica em algum momento não são as metas que sustentam. É o significado.

O valor de lembrar
Há objetos que deixam de ser acessórios e passam a ser marcos emocionais.
Eles não mudam quem você é, mas te lembram do que você já decidiu.
E lembrar, às vezes, é o que impede a gente de desistir.
Talvez o seu símbolo não precise ser explicado
Talvez ele só precise estar ali, acompanhando seus dias, seus passos, suas escolhas.
Porque no fim, o ano muda.
Mas o que você escolhe carregar com você, isso permanece.

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